As maiores histórias de amor da literatura

As maiores histórias de amor da literatura

Se você é uma pessoa romântica e adora ler, hoje nós vamos fazer um post dedicado às grandes histórias de amor do mundo da literatura. Mas antes, uma super dica: Se você ainda não se aventurou na atividade da leitura, não perca mais tempo! Com um livro, você pode viver muitas histórias mágicas sem precisar sair de sua casa. Mais do que as artes audiovisuais, a leitura estimula a nossa imaginação e nós criamos toda a ilustração do enredo em nossa mente. Quanto mais lemos, mais fácil fica e depois, quando menos percebemos, estamos apaixonados. Então não deixe de experimentar! Super dica da WM Joias para vocês 🙂

O Corcunda de Notre Dame (1931) – Victor Hugo

Engana-se quem pensa que essa história foi criada pela Disney. O enredo, de fato, se parece muito com o do desenho animado, no entanto, o livro de Victor Hugo é para adultos e foca bastante nas questões sociais vividas em Paris em 1400. A figura central da obra é Quasímodo, um homem deformado, adotado por Claudio Frollo, o arcediago da Catedral. Após conhecer a cigana Esmeralda, o corcunda passa por diversas experiências arriscadas para impressionar a moça, que não lhe corresponde o sentimento na mesma medida. Na obra de Victor Hugo, Esmeralda pode ser considerada uma criatura de beleza suprema, quase uma deusa. Frollo também se apaixona pela mulher, disputando-a com Quasímodo. Neste aspecto, o romance apresenta dois tipos diferentes de amor. Enquanto o religioso nutre uma enorme paixão por Esmeralda, desejando-a sexualmente, Quasímodo ama a cigana de outra forma. Tem um grande sentimento de carinho pela mulher e busca estar sempre próximo para ajudá-la.

Fonte: https://www.infoescola.com/livros/o-corcunda-de-notre-dame/

Orgulho e Preconceito (1813) – Jane Austen

Muita gente conhece essa história pelas telonas, filme que ganhou sucesso em 2005 sob a direção de Joe Wright. Também teve história parecida nas telinhas, já que a TV Globo, recentemente, exibiu uma novela inspirada na narrativa de Austen, a “Orgulho e Paixão”, transmitida as 18h. A história se passa em uma zona rural da Inglaterra durante o início do século XIX. Elizabeth Bennet, a segunda filha mais velha, será a protagonista da trama. Uma jovem bela, orgulhosa, de personalidade forte e vanguardista para o seu tempo, Lizzie, como é chamada pelos íntimos, carrega dentro de si inquietações com as convenções sociais do seu tempo. Sua mãe, ao assistir as opiniões e atitudes da filha, a considera um caso perdido em relação a possibilidade de conseguir um casamento. A trama do romance se desenrola com a chegada de dois jovem solteiros afortunados na região (Mr.Bingley e Mr.Darcy). A mãe das meninas vê no surgimento dos rapazes uma oportunidade para resolver os problemas da família.

Fonte: https://www.culturagenial.com/orgulho-e-preconceito-jane-austen/

O Amor nos Tempos do Cólera (1985) – Gabriel García Márquez

Muito embora o livro de maior sucesso de Gabriel García Márquez seja Cem anos de Solidão (que aliás, vai virar série na Netflix), o autor já deu depoimentos dizendo que o seu melhor romance é “O Amor nos Tempos do Cólera”. O livro conta a história do amor não realizado do telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza por Fermina Daza, uma respeitável donzela de família. Por conta do seu ofício “principal”, e a consequente necessidade de entregar telegramas e cartas, o protagonista da trama acaba por ter contato com a família da moça. Daí, nasce uma paixão febril que ainda será mantida no anonimato por algum tempo. Lorenzo, o pai, descobre o idílio e envia sua filha a uma viagem de um ano, na tentativa de fazê-la se esquecer de Florentino. Uma curiosidade: o autor se inspirou na história de amor dos próprios pais para escrever essa obra.

Fonte: http://sociedadedolivrorp.blogspot.com/2014/09/resenha-o-amor-nos-tempos-do-colera.html

O que é ouro 18k?

O que é ouro 18k?

Um dos materiais mais usados na indústria joalheira é o ouro, por ser um material altamente desejado, versátil e evidentemente raro. Quando falamos sobre o ouro, normalmente falamos também no termo quilate, simbolizado pela letra “k”. Com certeza você já ouviu falar no termo “ouro 18k”, não é mesmo?

A grande questão é: você sabe do que se trata? É compreensível que traduza um tipo de ouro bastante valorizado, mas por que será que ocorre essa indicação? Para entender melhor sobre o tema e encontrar tantas respostas relacionadas ao ouro, continue a leitura do post.

O que é o quilate

O quilate consiste na medida de pureza do ouro. Como isso é feito? Trata-se de uma avaliação padrão, que é dividida em 24 partes. No caso, o ouro puro, mais fino, será considerado o de 24k, o que significa dizer que as 24 partes daquela divisão são compostas de ouro.

O ouro 24k, no entanto, é fácil de ser dobrado e amassado, é muito frágil. Por isso, normalmente é combinado com outros materiais (formando ligas metálicas), a fim de garantir que as joias que serão confeccionadas com o material sejam mais duráveis e mais brilhantes.

A origem do termo

O termo quilate surgiu a partir da moeda solidus, criada por Constantino, o Grande. Na época do imperador romano, a moeda era cunhada em ouro fino, de modo que seu peso era semelhante a 24 sementes de alfarroba. Daí a origem também do termo 24k para designar o ouro puro.

O ouro 18k

O ouro 18k é considerado o ideal para a joalheria refinada, por isso é o mais utilizado nas joias modernas no Brasil e em todo o mundo. Menos frágil e mais aceito pelo mercado, o ouro 18k apresenta cerca de 75% de ouro em sua composição.

Isso significa dizer, portanto, que a peça vem composta por 18 partes de ouro e seis partes de outros metais. Essas ligas metálicas podem trazer também o cobre, zinco, níquel, a prata e/ou o paládio. A quantidade de cada um desses metais e quais serão escolhidos varia de acordo com a qualidade que se deseja atingir com a fabricação da joia, entregando-lhe mais brilho, mais cor ou mais resistência.

O ouro 14k

De pureza menor em comparação com o ouro 18k, podemos encontrar ainda o ouro 14k. Ainda é ideal para a indústria joalheira, mas a qualidade do material é mais baixa, com apenas 58,3% de ouro e sua composição. Vale salientar que a indústria joalheira não aceita nível de pureza inferior ao 14k.

O quilate do diamante

O termo quilate também é associado ao diamante, mas nesse caso traz um sentido diferente. Enquanto o quilate do ouro é equivalente à pureza do material, o quilate do diamante (também de outras gemas) é, na verdade, uma medida de peso. Quando se trata de uma unidade de peso, ao invés de ser representado pela letra “k”, o quilate é representado pelas letras “ct”.

Então, como podemos ver, o termo ouro 18k é uma alternativa para as peças feitas em ouro, que sendo puras deveriam ser mais grossas e pesadas. E, ainda assim, seriam menos resistentes, o que reduziria seu custo.

O que achou de saber mais sobre o tema? Curta a página da WM Joias no Facebook e acompanhe outras postagens como essa!

Conheça as diferenças entre ouro amarelo, ouro branco ou ouro rosé

Conheça as diferenças entre ouro amarelo, ouro branco ou ouro rosé

O ouro é um metal nobre e bastante desejado pelos amantes de joias. Mas não é só o ouro amarelo que faz sucesso entre os compradores. Existem peças lindas em ouro rosé e ouro branco, que são objeto de desejo para muita gente. Essas colorações são alcançadas por meio da mistura do ouro amarelo com outros metais preciosos, como cobre e prata. Essa variedade pode causar dúvidas na hora de escolher a joia perfeita, já que muitas vezes não sabemos exatamente qual a diferença entre as três tonalidades.

Se você quer saber mais antes de decidir a cor do seu acessório, continue lendo o texto e entenda mais sobre o assunto!

O ouro amarelo é sempre igual?

Que esse metal precioso acentua a beleza de qualquer joia, todos estão cansados de saber. Afinal, quem nunca perdeu o ar diante de uma bela vitrine de adereços que atire a primeira pedra!

Desde que o mundo civilizado teve início, o ouro amarelo é sinal de riqueza e poder. Entretanto, é possível que sua peça tenha um valor diferente, dependendo dos quilates da joia, que são resultado do grau de pureza da liga metálica utilizada.

No Brasil é mais comum o ouro 18k, resultado da mistura de 75% de ouro e 25% de cobre e prata. Existem ainda algumas variações, como o 14k ­— que tem valor e qualidade mais baixos. E o ouro 24k, considerado como o ouro puro; mas que, por ser maleável demais e amassar facilmente, não é muito utilizado na confecção de joias.

Como é feito o ouro branco?

A escolha dos metais que serão usados na criação das peças depende muito do resultado que o ourives pretende conseguir. Então, para alcançar o tom claro do ouro branco, é necessário acrescentar à mistura alguns materiais como a prata, o manganês e o paládio.

Para aumentar o brilho e acentuar a cor clara da peça, é comum que os profissionais realizem banhos de ródio. Esse material é bastante durável e se assemelha à platina, sendo capaz de manter a joia em perfeito estado por muito mais tempo.

Ainda assim, com o passar dos anos ocorre o desgaste natural da camada, e o tom amarelado — dependendo da composição da liga — começa a aparecer. Esse problema pode ser facilmente resolvido banhando-a novamente. Boas joalherias costumam oferecer serviços de manutenção e limpeza, com condições especais para os clientes. É interessante verificar sobre isso antes da compra.

Quais as características do ouro rosé?

A cor rosada é muito delicada. Durante os anos 1920 foi bastante procurada, devido ao seu ar romântico, mas acabou perdendo espaço e caiu em desuso. Retornou tempos depois com uma proposta mais moderna, e atualmente vem ganhando espaço novamente, sobretudo se você quer algo diferente na sua coleção.

A liga metálica para a fabricação do ouro rosé geralmente é composta por 75% de ouro puro, 22,25% de cobre e 2,75% de prata. A tonalidade é capaz de iluminar qualquer composição de visual de uma maneira sofisticada, sendo indicada para todos os tons de pele. No entanto, ainda são pouco procuradas nas joalherias, principalmente quando comparadas às outras cores do ouro. Por isso, se você deseja uma joia especial e única, o ouro rosé provavelmente será a escolha ideal.

Por fim, é possível obter diversas variedades de colorações para o ouro, a partir das cores dos outros metais que serão acrescentados na liga. Para tonalidades mais claras, metais como prata e paládio. Já os tons rosados pedem o uso de cobre. Há ainda diversas outras possibilidades, como o ouro negro, por exemplo. Escolha a que mais combina com você e desfile com sua linda joia por aí!

E então? Qual dessas peças você prefere? Ouro branco, ouro amarelo ou ouro rosé? Confira todas essas opções na nossa loja!

Diamante azul: existem diamantes coloridos?

Diamante azul: existem diamantes coloridos?

Diamantes são eternos, diz o ditado. Para muita gente, eles também são transparentes e cristalinos. Porém, você já pensou na possibilidade dos diamantes coloridos? Em vez de escolher uma aliança com elemento semiprecioso, por exemplo, será que é possível comprar uma com um diamante azul?

A verdade é que, hoje, há muitas opções e essa pedra não precisa ficar limitada ao visual clássico. Ao conhecer as possibilidades, é mais fácil fazer uma compra que atende a todas as expectativas. Preparado para saber se o diamante azul existe? Continue a leitura e tire as suas dúvidas!

Afinal, os diamantes coloridos são reais?

É bem verdade que a maior parte dos diamantes produzidos e comercializados é transparente. Então, é normal achar que esse é o único padrão que existe. No entanto, é possível encontrar, na natureza, pedras do tipo com diferentes cores. As peças, normalmente, recebem o nome de “fancy diamond” — algo como “diamante chique”, em tradução livre do inglês.

Embora sejam mais raros, eles aparecem em praticamente todas as nuances do espectro visível. Além de tudo, há aqueles produzidos em laboratório com cores diferentes. Então, não se espante se encontrar por aí um diamante azul.

Quais são os tons mais valiosos?

Os que aparecem com frequência elevada são os que apresentam um tom marrom, quase âmbar. Eles têm um visual característico, mas não têm o maior valor do mercado por aparecerem de modo comum. Os amarelos são uma espécie de variação e, por isso, são os encontrados com a segunda maior frequência. Em seguida, o de cor rosa aparece com um toque delicado e muito romântico.

Já o diamante azul representa uma pequena porcentagem dos explorados e, com isso, recebe muita atenção. Afinal, quem é que não deseja ter um pedaço de raridade?

Entre os diamantes coloridos, os mais raros são o verde, o preto e o vermelho — no topo absoluto e conhecido como “diamante de sangue”. Dependendo do tamanho, do trabalho e da dificuldade em encontrar a pedra no mercado, o valor aumenta — e a emoção de ver algo tão raro também.

Quando o diamante azul ou de outras cores é ideal?

Por serem pouco comuns, escolher ou presentear com uma peça com diamantes coloridos é um ato muito especial. Ao oferecer uma aliança de noivado com esse elemento, por exemplo, o pedido se torna único e marcado por ainda mais emoção. Não se trata do valor de compra, mas sim do gesto de selecionar algo singular.

Eles também não são limitados a comemorações de casamento. É possível escolher joias com essas características para celebrar um momento especial ou para eternizar uma lembrança. Se não puder ou não quiser comprar diamantes coloridos, é viável optar por peças semelhantes. Aquelas com pedras semipreciosas e cristais coloridos oferecem um efeito bem próximo. O importante é garantir a surpresa de quem não espera uma joia que foge do famoso padrão transparente.

Os diamantes coloridos existem, embora sejam raros. Escolher uma peça com um desses elementos ou com visual similar é a certeza de surpreender a outra pessoa e conquistar um aspecto incrível.

O que você acha do diamante azul e das pedras de outras cores? Conte nos comentários e compartilhe as suas impressões!

Como identificar um diamante? 5 formas de diferenciar essa pedra única

Como identificar um diamante? 5 formas de diferenciar essa pedra única

O diamante é uma das pedras mais valiosas do mundo. Trata-se de um cristal composto de carbono. É o material mais duro do planeta, ou seja, o mais resistente ao risco. A pedra bruta, encontrada de forma natural nas minas, é diferente da pedra lapidada.

Quando queimado, o diamante vira gás carbônico, que é um gás exalado pelos seres vivos durante a expiração e absorvido pelos vegetais para formação de sua seiva alimentar.

Mesmo considerando-se um diamante lapidado, o consumidor pode se enganar e comprar uma pedra falsa. Veja 5 formas de identificar um diamante e evite ser ludibriado pelos espertalhões!

1. Utilize o seu bafejo

É isso mesmo! Por mais curioso que pareça, a estratégia costuma funcionar, especialmente em diamantes que estão cravados em joias. Para isso, coloque a pedra diante de sua boca e bafeje sobre ela — do mesmo modo que faz diante de uma vidraça ou espelho para escrever sobre ele.

Caso ela permaneça embaçada depois de dois segundos, as probabilidades de ser uma falsificação são grandes. Um verdadeiro diamante dispersa o calor rapidamente, o que faz com que ele fique embaçado somente por pouquíssimos instantes.

2. Use uma lupa de joalheiro

A lupa de joalheiro também ajuda a identificar um diamante. O verdadeiro diamante tem imperfeições. O diamante falso, por outro lado, fabricado em laboratório ou feito de zircônia cúbica, não apresenta imperfeições.

As imperfeições de um diamante são chamadas de “inclusões”, oriundas dos procedimentos de mineração. Verifique, com a lupa, se o diamante oferece mudanças sutis em sua cor e/ou pequenas manchas, pois nesse caso ele é um autêntico diamante.

3. Observe a intensidade e a cor do brilho

Os reflexos de um verdadeiro diamante têm tons de cinza. Se ele apresenta cintilações coloridas, pode ser falso ou de baixa qualidade. Brilho e refração são conceitos distintos. O brilho está associado à intensidade com a qual a luz é refletida no diamante, enquanto a refração está associada à cor da luz refratada. Um diamante autêntico brilha com intensidade, mas não exibe colorido.

As imitações de vidro ou quartzo brilham bem menos que o diamante original. Portanto, se possível, use essas imitações para fazer uma comparação. Tenha cuidado! Existe uma pedra cujo brilho é tão intenso quanto o do diamante: é a moissanite. Por esse motivo, até profissionais especializados têm, às vezes, dificuldades de distingui-las entre si. Coloque a pedra bem próxima ao olho e segure uma lanterna acesa na direção da pedra — se visualizar as cores do arco-íris (indício de dupla refração), a pedra é moissanite, e não diamante.

4. Teste a resistência da pedra

Outra forma de identificar um diamante é testando a resistência da pedra à mudança brusca de temperatura. Aqueça a pedra com um isqueiro por alguns segundos. Em seguida, deixe-a cair em um copo de água.

A expansão e contração rápidas serão uma sobrecarga na tensão de minerais mais frágeis, como quartzo e sílica (que compõe o vidro). O diamante autêntico, contudo, certamente resistirá.

5. Jogue a pedra em um copo de água

Um teste simples, mas eficiente. Jogue a pedra em um copo de água:

  • um diamante autêntico vai ao fundo por causa da densidade alta;
  • um diamante falso ficará boiando na superfície ou no meio da água.

6. Exija um certificado de garantia

Quando for comprar seu diamante, exija que a loja lhe forneça um certificado de garantia. Esse documento comprova que a pedra foi submetida aos testes profissionais necessários e foi aprovada. Você poderá, assim, identificar um diamante sem ter que realizar muitas experiências.

Há diferentes maneiras para realizar a identificação de um diamante autêntico. Escolha uma delas e nunca se esqueça de pedir a certificação.

Agora que já sabe como identificar um diamante de verdade, distinguindo-o de um diamante falso, curta a página da WM Joias no Facebook, lá você também encontra diversas dicas!

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